CRACK

CRACK
1' 58"

Crack é composto de um video curta e fotografias, exibidos em duas telas diferentes.

Na vida capitalista contemporanea quase tudo é medido por sua capacidade de ser útil. Nesta lógica consumista, o conceito de alienação é extendido a tudo em volta e dentro de nós e refletindo a já coisificada humanidade. A armadilha é que o capitalismo também transforma a não-alienação em algo também a ser consumido, a ser seguido, a ser, enfim. Mas e se não soubermos o que ou onde somos? E se estivermos andando a esmo sobre nossos pedaços inúteis (ao menos no sentido capitalista), confusos, limitados por aquilos que imaginamos ser a vida estruturada? Assumir nossa desorientação, nossa inutilidade, explorar e ouvir nossos cracks.

 

Crack is  composed by a short video and photographies, on a double screen exhibition. On contemporary capitalistic life almost everything is measured by its ability of being useful. In this consumist logic the concept of alienation is extended to everything around us and reflects the already reified humanity. The trap is that the capitalism also transforms the non-alienation also in something to be consumed, to follow, to be. But what if we don´t know what or where we are? What if we are walking randomly over our useless (in a capitalistic meaning) pieces, confused, edged by what we pretend to be a structured life? To assume our desorientation, our uselessness, to explore and listen to our crack.

 

Vitoria / ES, Brazil (2014)

© 2015